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Maiores Altas do Dia: Ouro volta acima de US$ 5 mil; Walmart entra no clube do trilhão; TRIA dispara 400% na estreia na Bybit

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Daily Bits
4 févr. 2026

Ativos de risco, como ações e criptomoedas, tentam encontrar uma base mais sólida, enquanto o ouro volta a ganhar força.

No momento da escrita, nesta quarta-feira, 4 de fevereiro:

  • Bitcoin (Bybit: BTC/USDT) chegou a cair brevemente para os níveis mais baixos desde 2024, antes de se recuperar levemente — garantindo que a zona de suporte US$ 74.500, que destacamos no início da semana permaneça intacta por enquanto.

    Ainda assim, a criptomoeda original do mundo segue cerca de 40% abaixo de sua máxima histórica, registrada em outubro de 2025.

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O índice mais amplo CoinDesk 20, por sua vez, recua levemente, com queda de 0,2% no momento da escrita.

  • O SP500 da Bybit — que acompanha o índice de referência S&P 500 — caiu após chegar a um passo de sua máxima intradiária histórica (7.017,53, registrada em 28 de janeiro). Ainda assim, voltou a encontrar suporte em torno de sua média móvel simples (SMA) de 50 dias, enquanto observamos uma forte resistência em torno do nível psicologicamente importante de 7.000.

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  • O ouro (Bybit: XAUUSD+) está se recuperando da queda dramática da semana passada — que incluiu a maior queda intradiária desde o início dos anos 1980, na sexta-feira (30 de janeiro) — e voltou a ser negociado acima do nível redondo de US$ 5.000.

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O ouro claramente atraiu compradores no movimento de queda - um cenário que havíamos destacado desde segunda-feira (2 de fevereiro).

A liquidação iniciada no fim da semana passada teve mais relação com a desmontagem de posições excessivamente congestionadas, desencadeada pela surpresa do presidente Trump ao indicar Kevin Warsh como novo presidente do Fed, do que com fundamentos fracos do ouro ou uma súbita queda na demanda por metal precioso.

Valor de mercado do Walmart ultrapassa US$ 1 trilhão!

Apesar da correção nas ações dos EUA, liderada pelo setor de tecnologia, um nome conhecido se destacou.

Walmart (Bybit: WMT) — o maior varejista do mundo — agora é avaliado em US$ 1,018 trilhão!

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Para contextualizar, as empresas americanas que romperam a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado normalmente são gigantes de tecnologia:

1. Nvidia: US$ 4,38 trilhões

2. Alphabet: US$ 4,10 trilhões

3. Apple: US$ 3,96 trilhões

4. Microsoft: US$ 3,05 trilhões

5. Amazon: US$ 2,55 trilhões

6. Tesla: US$ 1,58 trilhão

7. Broadcom: US$ 1,52 trilhão

8. Meta: US$ 1,51 trilhão

9. Berkshire Hathaway: US$ 1,07 trilhão

10. Walmart: US$ 1,02 trilhão

O Walmart é o melhor desempenho entre os membros do “Clube do Trilhão de Dólares” (lista acima) neste ano até agora: as ações WMT já sobem 14,6% no acumulado do ano.

Notas sobre o “Clube do Trilhão de Dólares”:

  • Os preços das ações da maioria das 10 maiores empresas do clube caíram em 2026 até agora, com exceção de Alphabet (+8,5% no ano), Meta (+4,8%), Amazon (+3,4%) e, claro, Walmart.

  • A farmacêutica Eli Lilly tem valor de mercado de US$ 0,95 trilhão, muito próxima de entrar nessa lista exclusiva.

  • Fora dos EUA, a gigante do petróleo Saudi Aramco também é avaliada em mais de US$ 1 trilhão.

TRIA dispara até 453% desde o preço inicial de listagem

TRIA listado ontem (terça-feira, 3 de fevereiro) no Bybit Spot.

A partir de um preço inicial de 0,004, o token já chegou a atingir 0,022135 hoje (quarta-feira, 4 de fevereiro)!

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A Tria afirma ser o “neobanco autocustodial que cresce mais rápido da história”.

Por meio de um único aplicativo, a plataforma elimina taxas de gas, carteiras e outras complexidades cross-chain, permitindo que os usuários negociem, façam staking, gerem rendimento e gerenciem ativos em diferentes blockchains, mantendo controle total sobre seus fundos digitais.